Olá! É um prazer lhe atender! Cadastre-se já!PEDIDO MÍNIMO DE 100 UNIDADES!Siga-nos nas redes sociais!
Orçamento
Seu orçamento0 itens

Adicione itens aqui ;)

Explorar produtos
Profissional caminha ao lado de painéis fotovoltaicos
ENERGIA E TECNOLOGIA

Arco elétrico e novas energias

Baterias e energia solar ampliam os desafios da avaliação do risco elétrico.

Oliveira UniformesPublicado em 5 de outubro de 2026Atualizado em 6 de outubro de 2026
Nesta matéria

Arco elétrico e novas energias

O crescimento dos data centers, da geração solar e dos sistemas de armazenamento de energia colocou a corrente contínua no centro de uma nova frente de pesquisa em segurança elétrica. Em 2 de outubro de 2026, a Fire Protection Research Foundation, afiliada de pesquisa da NFPA, anunciou um projeto de três anos para desenvolver modelos de fenômenos de arco elétrico em corrente contínua.

O trabalho começa por aplicações de 800 V em data centers e prevê etapas dedicadas a outras fontes e equipamentos.

Com apoio de NFPA, Siemens, Schneider Electric, Eaton, ABB e Mersen, o projeto deve ampliar a investigação para baterias, sistemas fotovoltaicos, conversores, motores CC e capacitores. Segundo o anúncio, os modelos e as equações resultantes serão disponibilizados publicamente e poderão contribuir para futuras revisões da NFPA 70E, inclusive a edição de 2030.

Trata-se de pesquisa em desenvolvimento, cujos resultados ainda precisam ser produzidos.

Novas instalações exigem avaliação específica

A iniciativa acompanha o aumento da presença de corrente contínua, também identificada pelas siglas CC ou DC, em instalações de grande potência. Bancos de baterias, veículos elétricos e novas arquiteturas industriais somam-se aos painéis e sistemas de corrente alternada que tradicionalmente concentravam a atenção das equipes de manutenção.

A avaliação de um arco depende do comportamento da fonte, do circuito e dos dispositivos de proteção durante uma falha. Como sistemas CC possuem características próprias, seus riscos precisam ser analisados com métodos adequados à configuração encontrada.

Transpor automaticamente a avaliação de um sistema em corrente alternada pode deixar aspectos relevantes sem tratamento.

Essa necessidade chega à rotina de quem instala, inspeciona, comissiona ou mantém os equipamentos. A ampliação da capacidade energética modifica as condições das tarefas e exige que engenharia e segurança conheçam a instalação antes de definir procedimentos, distâncias de trabalho ou proteção individual.

A corrente contínua na nova NR-10

Projeto de uniformização em desenvolvimento
A especificação deve traduzir as condições da operação.

A redação da NR-10 publicada em 2026, com vigência prevista para junho de 2027, já incorpora esse cenário. Seu Anexo IV contém um quadro específico para categorias de EPI contra arco elétrico em sistemas de corrente contínua, abrangendo baterias de armazenamento, quadros CC e outras fontes de alimentação nas condições estabelecidas.

A aplicação do quadro depende do atendimento integral aos parâmetros previstos. Equipamento, corrente de falha, tempo de eliminação da falha e distância de trabalho precisam estar dentro dos limites indicados.

Quando isso não ocorrer, a escolha automática por tabela deixa de ser válida e deve ser realizado o estudo de energia incidente. A tensão, sozinha, não determina a proteção necessária.

Esse ponto interessa diretamente às áreas de compras. A descrição de uma instalação como “sistema de baterias” ou “operação solar” informa o segmento, mas não define o arc rating exigido para a vestimenta. A especificação depende dos resultados da avaliação e das demais medidas utilizadas para controlar a exposição.

Data centers, energia solar e armazenamento

InstalaçãoO que precisa entrar na avaliação
Data centerFontes, baterias, continuidade operacional e tarefas de manutenção.
Sistema fotovoltaicoConfiguração dos circuitos e condições de intervenção.
BESSArquitetura do armazenamento, proteções e tarefas previstas.

Nos data centers, UPS, baterias, geração de emergência e distribuição elétrica de alta disponibilidade precisam ser avaliados em conjunto com as exigências de continuidade operacional. A manutenção com baixo nível de interrupção acrescenta decisões de planejamento e controle.

A escolha de aplicações de 800 V como primeira etapa do projeto de pesquisa mostra a atenção dedicada a esse tipo de infraestrutura.

A mesma discussão alcança usinas fotovoltaicas e sistemas BESS, sigla de Battery Energy Storage Systems. Cada instalação traz tarefas de montagem, inspeção, intervenção e manutenção, com condições que variam conforme o projeto. A evolução dos equipamentos precisa ser acompanhada por metodologias de avaliação e por procedimentos compatíveis com o trabalho executado.

A compra da vestimenta depende de informações que o nome do segmento — solar, data center ou armazenamento — não revela:

O segmento não define sozinho a vestimenta
  1. Conhecer a instalação

    Reunir as características da fonte, do circuito e das proteções.

  2. Avaliar a tarefa

    Analisar a exposição e os controles necessários para a atividade.

  3. Especificar a peça

    Vincular o desempenho térmico e a documentação ao risco avaliado.

A pesquisa anunciada abre uma perspectiva de aprimoramento dos modelos de avaliação. Até que os resultados sejam incorporados às referências aplicáveis, cabe às empresas trabalhar com os critérios técnicos disponíveis e documentar as condições de cada atividade. A proteção individual deve resultar dessa análise da instalação e dos riscos.

Fontes e referências

NFPA · Ministério do Trabalho e Emprego

Conheça a linha NR-10

Continue a leitura.

Todos os artigos

Vamos vestir sua equipe com qualidade e confiança?